Salmo
72:11 “E todos os reis
se prostrem perante ele; todas as nações o sirvam.”
Mateus
2:1-2 “Tendo Jesus
nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do
Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?
Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo.”
Mateus
2:11
“Entrando na casa, viram o menino com
Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros,
entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.”
Os magos do oriente são personagens citados somente por Mateus
(2:1-12), que visitam o menino
Jesus, trazendo para eles presentes: ouro, incenso e mirra. O evangelista não
diz quem são e nem o número.
Estes homens não eram magos no sentido ocultista que hoje
se dá a esta palavra. Seria contraditório se o Senhor recebesse honra daquilo
que Ele mesmo abomina na Torá: “Não se
achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem
adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador,
nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que
faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu
Deus, os lança de diante de ti.” (Dt
18:10-12).
São chamados de “Magos” não porque fossem mestres na
magia, mas porque tinham grande conhecimento da astrologia. De fato, entres os
persas, se dizia “Mago” aqueles que os judeus chamavam “escribas”, os gregos
“filósofos” e os latinos “sábios”.
Estes homens eram magii, isto é, “sábios” no idioma persa,
vindos de uma tribo da Média, que trabalhavam na Pérsia.
O Evangelho não especifica que os “magii” eram três, nem
que eram reis. A esta conclusão chegou-se por causa dos três presentes oferecidos
e das profecias contidas nos Salmos e em Isaías: “Paguem-lhe tributo os reis de Társis e das ilhas; os reis de Sabá e de
Seba ofereçam-lhe dons” (Salmos
72:10); “Assim diz o Senhor, o
Redentor de Israel, e o seu Santo, ao que é desprezado dos homens, ao que é
aborrecido das nações, ao servo dos tiranos: Os reis o verão e se levantarão,
como também os príncipes, e eles te adorarão, por amor do Senhor, que é fiel, e
do Santo de Israel, que te escolheu” (Isaias
49:7); “E nações caminharão para a tua
luz, e reis para o resplendor da tua aurora” (Isaias 60:3).
O Evangelho também nada diz sobre os nomes dos “magii”.
Porém, se os nomes que lhes deram forem corretos, a história fica mais
impressionante ainda: Baltazar, cuja tradução quer dizer “Guardem o Rei”. Jesus
disse: “Quem me ama, guardará a minha
Palavra e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (João 14:23). Melchior, cujo significado
é “O Rei da Luz”. Jesus disse: “Eu Sou a
Luz do mundo” (João 9:5). E
Gaspar, que significa “O que vence tudo”. Jesus venceu o Pecado, o mundo, a
Morte e o Inferno (Ap 1:18).
Que Deus abençoe a todos.
Fontes de consulta:
- Bíblia Sagrada;
- O Evangelho Reunido, compilado e comentado por Juanribe
Pagliarin;

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