Salmo
86:11-13 “Ensina-me,
SENHOR, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só
temer o teu nome. Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e
glorificarei para sempre o teu nome. Pois grande é a tua misericórdia para
comigo, e me livraste a alma do mais profundo poder da morte.”
Certo dia um gato andava pela região onde havia uma
igreja. Ele foi se achegando e avaliando se ali haveria um lugar para ele, pois
estava sem um lugar seguro para passar a noite. Como a porta da igreja estava
aberta e ninguém que lhe oferecia perigo estava por ali, o gato entrou
calmamente. Deu uma volta pelo ambiente, olhou em todas as direções e ficou por
ali, pois gostou muito do local, o local era tranquilo e lhe parecia muito bom
para passar a noite.
Aos poucos as pessoas iam entrando na igreja e logo
muitos faziam carinho no gato, davam comida a ele, conversavam com ele,
brincavam com ele. Logo o gato ficou amigo de todos e estava presente todos os
dias naquela igreja. Não tinha uma reunião em que o gato não estava.
O tempo passou e já
fazia alguns meses que o gato estava ali naquela igreja. Ele não saia dali.
Estava sempre presente.
Um dia, o pastor da igreja, observando o gato dia após
dia, resolveu compartilhar sobre ele em um dos cultos da igreja.
– Quantos já viram aquele gatinho bonitinho que sempre
está aqui em nossa igreja?
Quase todos levantaram as mãos, pois o gatinho era tão
bonitinho que fazia muito sucesso por ali. O pastor, então, continuou:
– Vocês acham que esse gato é um gato crente?
A igreja toda estranhou a pergunta, mas ficou em silêncio
enquanto o pastor seguia com o sermão.
– Pois é, irmãos, faz alguns meses que esse gato está
vindo aqui na igreja. Ele está em todas as reuniões que fazemos. Observando-o,
percebi que ele até parece um gato crente. Mas será que esse gato é um gato dedicado
a Deus?
A igreja sem entender nada permanecia em silêncio. O
pastor continuou:
– Vejamos se esse gato é crente, pois ele está todos os
dias na igreja, não é verdade?!:
– O gato tem uma vida de oração? Não!
– O gato lê a Bíblia diariamente? Não!
– O gato evangeliza as pessoas? Não!
– O gato jejua ao Senhor? Não!
– O gato contribui para a obra de Deus? Não!
– O gato é um intercessor? Não!
A igreja, então, em silêncio aguardava a conclusão do
pastor.
– Pois é, irmãos, muitas vezes somos como esse gato.
Estamos na igreja, frequentamos, até parece que somos crentes por estar em
lugares que crentes estão, mas, de verdade, como o gato, não somos crentes
dedicados ao Senhor. Somos apenas como gatos que parecem crentes.
Que Deus abençoe a todos.

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